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Como identificar os sintomas de depressão?

Ao longo da vida, é muito comum enfrentarmos momentos difíceis que colocam em xeque nossa estabilidade emocional. A perda de um ente querido, o fim de uma relação amorosa ou a angústia de ser demitido são alguns exemplos de como a vida pode ser colocada de pernas para o ar da noite para o dia. Em cada um deles, o indivíduo passa por fases, que vão da negação, raiva e tristeza até chegar à aceitação do fato. Você pode estar se perguntando: é possível que eu permaneça neste estado de tristeza e apatia para sempre, sem sentir vontade de seguir minha vida? Segundo especialistas, a resposta é sim.

 

É com base na intensidade e duração dos sintomas do paciente que o psicólogo encontra os primeiros indícios para o diagnóstico da depressão. “Nada mais comum do que ser invadido por um sentimento de tristeza e apatia quando algo de ruim nos acontece. Porém, para o indivíduo predisposto à depressão este sentimento passa a ser muito mais intenso e duradouro”, revela a Dra. Elizabeth Inaura Kapasi Tramujas, psicóloga do Centro Clínico e Hospitalar Nossa Saúde. 

 

De acordo com a especialista, dentro do campo da Saúde Mental, os diagnósticos não se revelam de imediato e sim com base na observação das atitudes e comportamentos do paciente. “Existem alguns sintomas que permitem identificar um episódio depressivo. As alterações repentinas no apetite e no sono, dores no corpo, fadiga ou falta de energia, perda de interesse em atividades rotineiras, redução da libido, isolamento, sentimentos exacerbados de tristeza, culpa ou mágoa, pensamentos de morte, irritabilidade e ansiedade são alguns destes indicadores”, afirma.

 

A depressão não escolhe idade nem sexo, porém afeta duas vezes mais as mulheres. Ao longo da vida, as alterações hormonais são intensas, passando mensalmente pelo período menstrual ou na depressão pós-parto e na chegada do climatério, fase em que ocorre a transição do período fértil para o não reprodutivo. “Além das mulheres, é cada vez mais comum o diagnóstico de quadro depressivo em crianças e adolescentes. Por isso é muito importante a participação dos familiares no tratamento. É preciso que todos à volta entendam a fundo os sintomas, ajudando o paciente a encarar o problema”, orienta Elizabeth.

 

Além de estimular a procura por auxílio psicoterápico, fundamental para reconhecer a doença e identificar fatores que possam ter contribuído para o seu desenvolvimento, a psicóloga também dá dicas valiosas que ajudam no alívio dos sintomas. “A prática de atividades físicas libera hormônios neurotransmissores no organismo como a serotonina, que proporciona uma sensação de bem-estar. Além disso, é muito importante se afastar ao máximo de situações adversas, reconhecendo limitações momentâneas, procurando novas alternativas para lidar com a dificuldade e quem sabe até encontrar uma oportunidade de mudança.”, complementa Tramujas.

Publicado em: 02/03/2011

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